28/04/2009

Programa de Rádio Comenta Sobre a Palestra do Watson.


O programa de Rádio "Encontros e Oportunidades", apresentado por Edemilson Canci (foto), retransmitido por 20 emissoras de rádio, comenta sobre a palestra O Poder da Comunicação Persuasiva, baseada no livro VOCÊ NUNCA OUVIU NADA IGUAL de Watson Zucco Weber.

27/04/2009

Manual de Pregação Religiosa no Rádio.


A jornalista Fernanda Lima dá dicas para Igrejas utilizarem de forma correta o rádio:

-Assim como padres e pastores tem preparo teológico (pelo menos deveriam ter) para o ministério e para fazer uma pregação, é importante também fazer cursos preparatórios para falar no rádio. O Espírito Santo não age se não houver conhecimento então por isso, estude e prepare-se para falar no rádio.

-Gritar no microfone expulsando demônios funciona muito bem na igreja, mas no rádio isso soa totalmente estranho para não dizer horrível. Berrar no rádio é algo totalmente estressante para quem ouve. Pode expulsar demônios, mas a palavra de Deus também diz: “Fazei tudo com zelo e sem escandalizar ninguém”. Preparar a voz é fundamental.

-Falar demais no rádio funciona mais nas emissoras AM. Em FM, é necessário intercalar a palavra com músicas, por exemplo.

-Fazer longas pregações no rádio cansa quem ouve. Prepare sua palavra no sentido de ter no máximo uma pregação de 15 a 20 minutos e está de bom tamanho.

-Não atenda ouvinte por apelido típicos do meio como: "amada", amiga, colega, irmã, etc. Pergunte o nome e chame por tal, afinal é para isso que servem os nomes.

-Atenda ouvinte com antecedência para não ter surpresas. Contrate uma produtora para isso. Que não seja irmã(o) da igreja. De preferência com experiência em rádio, se for cristão e experiente com rádio, melhor.

-Normalmente o ouvinte quando liga ele está buscando conforto espiritual, então dê a ele este conforto, faça uma oração, mas seja breve sem ser mal-educado, afinal nem tudo é o diabo na vida da pessoa. Atenda pessoalmente casos mais complicados.

-Nada de preconceitos com outras religiões ou seitas no ar, assim como tem gente que não gosta de candomblé, tem gente que não gosta de crente. Respeito é bom e Deus gosta!

-Ter o dom da palavra é importante, mas ter conteúdo no que se fala é mais importante ainda. Cuidado com o que diz. Tem muita gente que ouve rádio e entende muito de Bíblia assim como você.

-O que mais ouço em rádio, são pastores falando o português de forma incorreta: ‘comem letras’, péssima concordância verbal e leitura ruim da Bíblia. Isso nem o Espírito Santo resolve sozinho. Ter humildade e estudar é um bom começo.

-No mais, fale com o coração. ‘Teatro’ no rádio pode funcionar por um tempo, mas não para sempre. Se você tem um chamado de Deus então seja verdadeiro naquilo que prega. Adore em Espírito e Verdade. Sempre.

Jesus te ama e nós amamos nossos ouvidos. Amém.

22/04/2009

Os 13 Mandamentos do Radialista



01 - Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental;

02 - Não verás teu filho crescer;

03 - Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga;

04 - Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais terás úlcera;

05 - A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o China in Box;

06 - Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos;

07 - Tua sanidade mental será posta em cheque antes que complete 5 anos de trabalho;

08 - Dormir será considerado período de folga, logo não dormirás;

09 - Trabalho será considerado seu assunto preferido, talvez o único;

10 - A máquina de café será sua melhor colega de trabalho;

12 - Exibirás olheiras como troféus de guerra;

13 - E por último, o pior…é que, inexplicavelmente, gostarás de tudo isso!


foto: Estúdio da Rádio 105 FM Guaramirim/SC

16/04/2009

O Que Podemos Aprender com a Disney.

Estou lendo o livro “Nos Bastidores da Disney” de Tom Connellan. O livro fala de como o Parque da Disneyworld faz para manter e atrair mais visitantes, ou convidados, como eles chamam. São pequenos detalhes no parque que fazem o ambiente tornar-se mágico. E devido a isso também, 70% dos visitantes retornam.

Alguns dos diferenciais da Disney merecem destaque, como por exemplo, o fato que todos os funcionários estão orientados para parar imediatamente o que estirem fazendo para ajudar um visitante. Ninguém passa um problema adiante. Todos mantém o ambiente limpo, não só a equipe de limpeza. Por falar em limpeza, dentro do parque não são vendidos chicletes, para não correr o risco de alguém jogar no chão e dificultar a retirada. Os postes são repintados todas as noites, para no dia seguinte dar impressão de que tudo é novo. A pintura do carrossel é banhada a ouro. As roupas dos bonecos que representam ex-presidentes são costuradas conforme a época em que o presidente atuou. Até o estilo musical que toca de manhã é mais animado do que toca no final da tarde, quando as pessoas estão cansadas de tanto brincar. Tudo é projetado pensando nos detalhes, a arquitetura, a decoração, as lixeiras, a vegetação, a pintura são sempre estudados para se obter o melhor resultado. Você deve estar pensando, mas pra que esse exagero? Segundo a tradição da Disney, é que mesmo que os visitantes não percebam os detalhes, as coisas surpreendentes continuam sendo feitas como forma de motivar e entusiasmar a equipe para sempre fazer o melhor.

Além disso, todos os funcionários da Disney são chamados de “membros do elenco”. Um diretor, um mecânico, um vendedor, um faxineiro, todos são considerados artistas. E é isso que eles fazem todos os dias: encantam o cliente. Eles tem que ser extremamente gentis. Essa forma de agir não está escrita em nenhum mural ou manual da empresa, está sendo lembrada todos os dias, em pequenos detalhes.

Podemos nos basear nos exemplos da Disney para também fidelizar ouvintes de uma emissora de rádio. Um convite do tipo: “quer conhecer nosso estúdio?” pode ser uma experiência encantadora para o ouvinte. Preste atenção nos detalhes. Seja uma música colocada no momento certo, um linguajar adequado, um comercial feito de outra maneira, uma informação certeira, uma ligação telefônica bem aproveitada, uma vinheta especial, uma entrevista esclarecedora, um site atualizado, um atendimento bem feito fora do ar ou qualquer outra emoção inesperada. Um simples detalhe pode fazer o ouvinte decidir pela escolha de sua rádio para sempre. A partir de hoje, dê atenção aos pequenos detalhes. O conjunto de detalhes bem executados é que fazem a diferença.

Saiba mais como ser um bom profissional de rádio lendo o livro VOCÊ NUNCA OUVIU NADA IGUAL.

14/04/2009

O FIM DOS LOCUTORES.

J. Pimentel, em sua coluna do site Caros Ouvintes, comentou que ao contratar um estúdio de Salvador para produzir programas de rádio, um dos donos analisou com cuidado seu projeto e falou:“Olha Pimentel. Eu não trabalho mais com locutores nem radialistas. Agora só trabalho com atores. Os textos ficam mais naturais, não tem aqueles vícios que todo radialista tem. Acho que nestes seus programas aqui vamos fazer a mesma coisa”.

Tem mais: quando o ator Dan Stulbach resolveu lançar seu programa de rádio na CBN, “Fim de Expediente”, no material de divulgação o argumento foi o mesmo: “usar uma linguagem diferente da habitual, sem os vícios dos radialistas, mais coloquial e inteligente”.

A ex-diretora da TV Globo, Marlene Matos, nos idos de 2005, criou um programa feminino de rádio, “Amigas Invisíveis”, e escolheu como apresentadoras as atrizes Luciana Fregolente e Dedina Bernardelli. Na ocasião ela fez a seguinte observação: “Escolhi as duas porque não são comunicadoras de rádio. Quero uma linguagem diferente, sem vícios”.

Será que todos os locutores são burros e tem vícios de linguagem?

Está na hora dos locutores se profissionalizarem. Percebo também isso no meu dia-a-dia quando contrato locutores para uma gravação. Falta interpretação. Quem quiser se manter no mercado tem que mudar e ser um ator da voz. Brincar, soltar, testar novas formas de falar. Esta é a tendência: fazer menos locução tradicional e atuar mais!

09/04/2009

Lançamento: Livro O PODER DA COMUNICAÇÃO PERSUASIVA


Eu, Watson Zucco Weber (publicitário), estou lançando este livro em parceria com Edemilson Canci (especialista em Comunicação), Fábio Ricardo de Oliveira (jornalista), Iara Subtil (especialista em Saúde e Qualidade de Vida) e Claudia Venturi (psicopedagoga).


Utilizando uma metodologia totalmente inédita no Brasil, cada especialista ensina como trabalhar um poder diferente que existe dentro de nós. O PODER DA AUTOESTIMA, DO CORPO, DA PALAVRA, DA FALA e DA CRIATIVIDADE vão tornar você mais comunicativo e altamente convincente.
Informações por e-mail: watson@vinte.net

04/04/2009

Obrigado Concorrência!


Concorrência é sempre bom, não importa onde e para quem. A concorrência no rádio, por exemplo, força a emissora a sempre se manter atualizada, ser criativa, não parar no tempo. Bom para o rádio, que qualifica sua programação, melhora sua audiência e consequentemente, vende mais. Excelente para o ouvinte que tem a disposição emissoras preocupadas em sempre oferecer o melhor em profissionais, músicas e informações.
Em cidades que só tem uma emissora de rádio, o dono faz o que bem entende, bota qualquer um para falar e prioriza benefícios próprios. Em mercados competitivos, o departamento artístico é mais exigente. Percebe-se o cuidado com cada elemento sonoro antes de entrar no ar. Um deslize qualquer, pode fazer o ouvinte mudar de emissora e não voltar mais. A concorrência é excelente neste caso, para servir de parâmetro, e saber se você está fazendo um bom trabalho ou não. É importante ouvir e acompanhar a concorrência. Só não é aconselhável copiá-la, nem necessário vencê-la. A rádio tem que ser original e se auto-superar a cada dia.

Já me perguntaram se poderiam copiar um artigo meu. Ou se eu poderia mandar determinada informação por e-mail. Eu digo: claro, e se citar a fonte, melhor ainda. Sei que não adianta as pessoas fazerem igual. Tem que “saber” fazer. E, se possível, fazer melhor. Se alguém copiar meu artigo e se anunciar como autor, problema dele, um dia a farsa é descoberta e quem sai ganhando sou eu, por ele ter divulgado meu trabalho.
Também já me disseram: você dá de mão beijada o resumo da sua palestra? Eu dou sim. Primeiro, porque quanto mais pessoas forem instruídas, melhor será nossa área. Segundo, porque mesmo com um resumo da minha palestra a pessoa não conseguirá dar uma aula igual a minha. As informações estão em todo o lugar, mas saber transmitir bem o conteúdo para um auditório é que faz a diferença. É só o autor que saberá explicar melhor o que escreveu.
Quanto mais emissoras de rádio, livros, artigos, sites, palestrantes na área de comunicação existirem, melhor será o mercado para quem presta seu serviço com qualidade. Quem faz bem feito, se sobre-sai.
Minha dica é: agradeça a concorrência, confie mais em você mesmo e bom trabalho!