31/05/2010

Aulas de Comunicação com mais de 90% de Aprovação!


Os alunos do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da TI do Senac/Blumenau avaliaram as aulas de Comunicação Empresarial do Prof. Watson Zucco Weber, autor do livro Você Nunca Ouviu Nada Igual. O resultado foi: 92,9% consideraram as aulas entre Ótimas e Boas, apenas 7,1% acharam Satisfatórias e ninguém julgou Insatisfatórias.

Os itens avaliados foram: Cumprimento da Ementa, Quantidade e Qualidade do Material Didático, Aplicabilidade, Maneira de Construir (Didática) e Conhecimento do Conteúdo, Relacionamento e Comunicação com os alunos e Otimização do Tempo.

27/05/2010

Urgente: Rádio flagra assassinato ao vivo.



Ouça o momento em que o delegado Clayton Leão Xavier foi assassinado quando dava uma entrevista via celular para a Rádio Líder FM de Camaçari-Ba. A esposa do policial estava ao seu lado e entra em desespero total.

O crime ocorreu as 8h desta quarta-feira (26/05/2010), na estrada da Cascalheira, via de ligação entre a Linha Verde e a cidade de Camaçari. A polícia prendeu dois suspeitos.

Fonte: Nas Ondas do Rádio.

25/05/2010

Os 3 Níveis do Comunicador



Hoje vou dividir a comunicação em 3 categorias: Nível da Higiene, Nível da Cereja e Nível Waw.


O primeiro nível, da Higiene, é o nível básico. Estar aqui não é ruim, só não é bom estar abaixo. Nesse, o comunicador faz o que sabe, bem feito, sem errar. Como na nossa higiene pessoal, só vamos ser notados quando não fizermos a coisa certa.


Alcança o segundo nível, o da Cereja, aquele que consegue dar um toque especial. Esse é o nível do comunicador que já sabe fazer bem o seu papel e agora começa a criar algum diferencial, mas nada ainda extraordinário. Quem chega nesse nível já consegue se destacar.


Para chegar no terceiro nível, você tem que ser incrível. O nível Waw é aquele que quando a gente vê, diz na hora: “Waw!” Só atinge esse nível o comunicador que já passou pelos outros dois. Esse é o comunicador que tem o “Waw-go” a mais. O comunicador criativo, diferente e surpreendente.


E então, qual o seu nível de comunicação?

19/05/2010

O Rádio Precisa de Novos Locutores?


"O Rádio não precisa de novos locutores, precisa de nova locução.
Pare de imitar o velho; entre com o seu NOVO; a sua NOVIDADE. Rasgue o protocolo!
Pense, pesquise, pesquise sons, pesquise tons, vá experimentando a tua voz em outros tons, em outros estilos.
Crie, até você descobrir o seu diferencial.
Então, treine o seu diferencial quando se sentir pronto, grave um piloto e saia por aí mostrando.
Voz bonita, você tem. Todos os que gostam de trabalhar em locução, tem uma voz bonita. Cada um na sua área. É preciso ter mais do que voz bonita. A concorrência é gigantesca."


Texto de Mônica Sampaio (27 anos de rádio) durante uma conversa com um locutor iniciante, via Msn.

12/05/2010

O que é Rádio?

Rádio não é aquele aparelho com botõezinhos, display digital (ou analógico) onde escolhemos o dial e controlamos o volume. Esse é só o aparelho receptor.

Também não é uma antena, elementos, transmissor ou qualquer equipamento de transmissão. Sem isso o som não chega ao receptor, mas ainda não é rádio.

Rádio não é uma mesa de som de não sei quantos canais, um software de última geração, um espaço físico lindo, com acústica impecável, auditório e paredes de vidro.

Uma emissora pode estar instalada no espaço mais luxuoso, no prédio mais bonito, no bairro mais chique, com gente bem vestida e coordenadores temperamentais: não. Isso não é necessáriamente rádio. Um escritório de advogados pode superá-lo.

E a marca de uma rádio conhecida ? Nesse caso estamos falando somente sobre a marca de uma rádio conhecida. É só isso: marca, recall, importante, mas não rádio. Outras empresas também tem seu próprio símbolo.

Então rádio é música ! Alguns podem dizer. Outros talvez digam : Não ! O rádio é o locutor ou o comunicador que abre o microfone e fala. Desculpe a franqueza, mas isso também não é rádio. Se fosse, os carros de som com músicas irritantes em altíssimo volume intercaladas por "locutores" vendendo seus peixes também seria rádio. Mas não é.

O que é rádio então ? Você pode responder ?
O rádio pode se servir de todos esses elementos descritos acima. É claro que uma boa instalação, bons softwares, transmissores, equipamentos atuais são importantíssimos como mídia (meio) para que a rádio chegue á milhões de pessoas. Mas não devemos confundir meios com fins...É uma pena que os políticos e determinados religiosos não perceberam isso, mas esse é outro assunto.

Nosso assunto é o rádio e sobre isso eu tenho uma opinião: O rádio existe quando profissionais conseguem captar um senso coletivo, quando entendem anseios, medos, sonhos. Quando percebem onde está o "calcanhar de aquíles" de gente de todas as classes e níveis sociais, absorve, peneira, elabora, melhora, responde, questiona e devolve em forma de música, notícia, conversa, entretenimento, humor...o leque é infinito.

Rádio é gente falando com gente: interagindo, propondo, refletindo o inconsciente coletivo na linguagem específica de quem ouve. É saber porque fala e as razões de quem ouve sem perder a autenticidade e a verdade.

É saber que toda estrutura física e financeira ajuda absurdamente, mas não é suficiente enquanto tratamos de uma mídia que tem como seu principal elemento de trabalho a imaginação.

Aliás no rádio isso é fundamental : Dar elementos para o ouvinte imaginar. É o tom de voz, a mudança de trilha, a descrição de um ambiente, o suspense que tira o folego, a revelação que faz chorar, a piada que faz rir, a reciprocidade no sotaque, ritmo, intenções.
É saber que cada palavra tem poder de criar mundos. É conduzir o ouvinte por caminhos que talvez desconheça, nos momentos mais simples, como a hora de desanunciar uma música por exemplo.

É a capacidade de falar sem nenhum outro recurso a não ser o som. De descrever sem imagem, de criar a partir do silêncio.
No rádio falamos sem saber quem nos ouve. No rádio muitos ouvem sem saber quem fala. É fé : A certeza daquilo que não se espera e a convicção do que não se vê.
Nós somos o rádio. Somos gente que fala com gente. Que ganha pouco, trabalha muito e ama o que faz.
Para mim, isso é rádio. O resto ajuda, mas não faz.

05/05/2010

O Som do Marketing

A história e o desenvolvimento de muitas marcas estão ligados ao áudio: Varig, Pernambucanas, Coca-Cola, Guaraná Antártica, e muitas outras construíram suas imagens associadas à jingles, refrões e assinaturas que marcaram época e entraram para o imaginário coletivo, passando a fazer parte do repertório cultural da população.
A música e o áudio atuam diretamente na emoção do consumidor.
Na hora de transmitir um conceito, música e áudio complementam e enriquecem as mensagens de forma subliminar, tornando realmente eficiente essa comunicação.
Tire o som de um filme e verá aquela cena marcante perdendo seu encantamento.
O áudio deve ser a voz de uma marca. Deve ir ao encontro de seu público-alvo, transmitindo os atributos e conceitos de forma integrada, harmonizando cada um desses fatores para formar e comunicar a personalidade da marca.
Detalhes que podem consolidar a sua aceitação no mercado, que vão desde a pronúncia correta da marca até a fixação de atributos, através de slogans, canções e gags.
A escolha da voz correta, da trilha e dos efeitos faz a diferença na hora de produzir o seu comercial.
Produtos com forte concorrência? Um bom jingle pode criar o diferencial necessário para fazer com que o seu produto se destaque na multidão.
O jingle é uma ferramenta de mil utilidades. Ele pode estar na TV, cinema, rádio e até mesmo num carro de som. Funciona para grandes, médias e pequenas empresas. O jingle é uma plataforma sobre a qual se pode construir uma campanha completa. Com janelas para ofertas ele se transforma de institucional em promocional num passe de mágica, com imagens vai para TV, cinema, web, audiovisual, CD-ROM, etc.
Além de tudo, o jingle é e sempre será o rei dos comerciais de Rádio.

fonte: Todouvidos Áudio Produções.