quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Talento ou Tecnologia?

Já existem programas de computador que organizam a programação musical de uma emissora de rádio, tem softwares que praticamente editam sozinhos e existem até locutores “automáticos”. Como a automação está cada vez mais simples, algumas emissoras estão preferindo, por economia e praticidade, executar a sua programação totalmente gravada.
Mas se você é locutor, pode ficar tranqüilo, porque nada substitui o talento. E não existe registro de nenhuma rádio “enlatada” que seja líder em audiência. Não há e nunca haverá máquina melhor que o ser humano. Os computadores são úteis e você não estaria lendo este texto agora se não fossem eles. Porém na comunicação, não tem como, e nem porque, substituir o “calor” humano. A comunicação precisa ser uma troca. O homem e a máquina têm que trabalhar juntos para tirar o melhor de cada um. Seja na função do criativo da publicidade, do ator que emociona, do locutor que diverte, ou do companheiro do rádio, precisamos do toque humano.
Para notar melhor como existem situações que não tem como substituir o talento, veja este caso de uma empresa que resolveu gravar a locução do seu vídeo institucional com um locutor “robô”. Diga qual a sensação essa empresa nos passa e se você sente confiança nos serviços dela:

Viu só? Assim como não adianta dominar a técnica se você não conhece a arte, não adianta ter os melhores equipamentos se você não tem pessoas capazes de executar bem a tarefa. Precisamos de seres humanos cada vez mais humanos, precisamos de sensações cada vez maiores. Este é o sentido da comunicação, poder transmitir uma informação para cada ouvinte poder interpretar da sua forma, como quiser.

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