25/11/2015

Jovens Estão Largando o Rádio Tradicional.


A pesquisa 18/34, realizada pelo Núcleo de Tendências e Pesquisa da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUC/RS, analisou o comportamento e os interesses de jovens com idades de 18 a 34 anos. Entre os questionamentos levantados pela pesquisa está a relação do jovem com a mídia.

A procura por informações não é a preocupação principal dos jovens das regiões Sul e Sudeste. Nesses locais, games e festas são os assuntos que mais chamam a atenção. Os meios de comunicação tradicionais também perdem o espaço entre o público. Segundo o projeto, revista, rádio e televisão são os veículos menos utilizados pelos jovens.

De acordo com o levantamento, apenas 3,2% dos entrevistados escutam rádio. A região Norte é o local com mais incidência, chegando a 4%. O Sudeste e o Centro-Oeste apresentam os menores índices, totalizando 2,7%. No Sul, 3,2% dos jovens declararam que acompanham o meio.

Para o professor da Famecos Luciano Klöckner, os resultados obtidos pela pesquisa são um retrato da mudança de hábitos da geração. “Muitas vezes, os jovens não percebem que estão ouvindo rádio”. Klöckner aponta que as novas plataformas de transmissão ajudam a fortalecer o veículo. A internet surge nesse cenário como uma maneira de segmentar conteúdos. “Com a tecnologia, o jovem não consegue focar em um único objetivo”, explica o professor.

FONTE: Portal MakingOf

12/11/2015

5 Dicas para Perder os: Hã... Hum... É... Né?


É muito comum ouvirmos pessoas utilizando vícios de linguagem, ou “sons de preenchimento”, como "Hums" e "Hãs" entre as frases. Hoje em dia, quando as habilidades de comunicação são uma parte da base de medição de credibilidade de um indivíduo, é imperativo que você invista tempo para melhorar suas habilidades de falar, ou pelo menos, desenvolver uma capacidade melhor para expressar seus pensamentos. Isso pode ser para conversas diárias, reuniões, negociações, ou para quando você tem que lidar com um público maior. Para te ajudar levantamos alguns truques simples que nos ajudam a comunicar melhor, veja abaixo:

1 . Identifique quando os sons de preenchimento aparecem.
Sons de preenchimento são expressões, gírias, pausas ou interrupções na fala que afetam negativamente o fluxo de comunicação. Estas perturbações minimizam a clareza de sua mensagem, e minam de pouco em pouco, sua credibilidade. Mas, por que elas aparecem? Elas aparecem mais comumente quando se está diante de uma multidão. Nessa situação, há várias razões: há uma grande probabilidade de que você vai estar estressado, nervoso, ou muito animado. Devido a estas razões, muitas vezes, você vai perder a capacidade de expressar bem seus pensamentos. Muita calma nessa hora.

2 . Ouça a sua apresentação.
Uma das melhores maneiras de verificar o tipo de erros cometidos é gravar a si mesmo apresentando. Se você fala muito “aah” entre as frases quando não tem certeza o que dizer em seguida, da próxima vez que se apresentar, suba no palco com essa questão em mente. Geralmente esses sons de preenchimento aparecem nos mesmos lugares. Essa é a chave para resolver este problema: a consciência total. Pode-se gravar a sua apresentação utilizando seu próprio smartphone.

3 . Pratique a pausa.
A próxima vez que você for convidado a se apresentar, pratique cada pequena parte de seu discurso. Quebre ele em etapas e treine uma a uma. Dessa forma, você pode começar a eliminar os erros.
O mais importante é você pensar as pausas que dará em cada parte do discurso deliberadamente.
Esta é a dica principal: substitua os seus vícios de linguagem por espaços de silêncio (pausas).

4 . Planeje novas frases de transição.
Outra dica que funciona muito bem é planejar as frases de transição entre os assuntos. Pense como um comediante, que liga uma piada na outra, com o que ele chama de gancho. Isso é completamente ensaiado. Ter algumas frases de transição prontas para usar em qualquer apresentação ou reunião, como “vamos passar para...” ou “outro ponto importante é…”, também pode ajudar num momento de nervosismo.

5 . Mantenha contato visual com o público.
Como isso pode ajudar? Simplesmente porque é difícil se prender em sons como “aah” ou “hummm” quando você estiver em contato com os olhos direto na sua audiência. Durante a apresentação, não fique com o olhar perdido, evitando o público e olhando para a janela ou a parede, distraidamente. Essa prática potencializa os sons de preenchimento e dá a impressão que você está perdido no seu conteúdo.

[Este texto é baseado no artigo de: MACACOS ME BLOGUEM.]

05/11/2015

Rádios Brasileiras estão se Mobilizando na Internet.


Praticamente a metade dos brasileiros (48%) usa a internet para se informar. Os dados estão na Pesquisa Brasileira de Mídia 2015 (PBM 2015), da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), que confirma a importância do Projeto Mobilize-se, um aplicativo exclusivo financiado e programado gratuitamente pela Abert, Associação Brasileira de Rádio e TV.

Para uma rádio desenvolver seu próprio aplicativo, os custos iniciais giram em torno de R$ 3 mil, sem contar as taxas de manutenção cobradas mensalmente. No Mobilize-se, a Abert cobre os custos iniciais e ainda paga os primeiros 6 meses de manutenção para a rádio. Após esse período, a emissora passa a pagar um salário mínimo por ano.

Desenvolvido em parceria com as associações estaduais, o Mobilize-se criou uma oportunidade para as rádios crescerem com apoio da era tecnológica. Além de proporcionar a integração das rádios com a internet, aplicativos e redes sociais, o projeto permite a aproximação do ouvinte e, consequentemente, a maior consolidação do nome da rádio.

A integração das rádios às novas tecnologias já faz parte do novo cenário mundial. As maiores empresas de rádio do mundo, como a iHeart Media, dos Estados Unidos, utilizam fortemente as redes sociais, sites e aplicativos para smartphones com objetivo de consolidar a marca e fidelizar os ouvintes.

Cerca de mil rádios brasileiras já fazem parte do projeto e um milhão de ouvintes por mês escutam as rádios pelas plataformas do Mobilize-se.

Informações: www.mobilize-se.net.br ou pelo 0800 940 2104.

Fonte: Abert.