11/01/2019

Empresa Fatura R$ 1 Milhão Com Dublagem

Mabel Cezar (de pé) e Rayani Immediato (sentada) são as fundadoras da Sociedade Brasileira de Dublagem.

Com a popularidade dos serviços de streaming, este mercado tem demanda aquecida.

O fenômeno já foi detectado pela Netflix, pelas operadoras de TV por assinatura e em diversas pesquisas de mercado: mais da metade dos brasileiros abre mão do áudio original para assistir à sua programação predileta com dublagem.

Foi pensando em profissionalizar o mercado nacional e atender a essa demanda que as sócias Rayani Immediato, 27 anos, tradutora para dublagem, e Mabel Cezar, 42 anos, dubladora profissional desde 1996 (e a voz feminina das locuções da Rede Globo) fundaram a empresa, em 2016.

A iniciativa, baseada em São Paulo, é especializada na montagem de cursos — tanto online quanto presenciais —, com duração de dois a quatro meses, para capacitar interessados, uma vez que não existe formação universitária nessa área no país.

“Qualquer pessoa pode participar do curso, ainda que apenas atores profissionais possam trabalhar como dubladores”, diz Mabel.

Em 2018, a empresa faturou R$ 1 milhão e formou 400 profissionais. Já para 2019, a expectativa é formar mil dubladores, segundo Rayani.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios. 

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07/01/2019

Rádio ou Spotify?


A quantidade de pessoas que usam aplicativos de músicas cresceu consideravelmente depois do lançamento do app de músicas Spotify. A questão é: será que o rádio consegue sobreviver a esse tipo de aplicativo? A resposta é sim, aliás, não só consegue sobreviver como se manter firme no mercado como um dos veículos de comunicação mais ouvidos pela população.

Apesar de o app de músicas não ser um concorrente direto do rádio, essa plataforma também deve ser considerada nas pesquisas para avaliar o crescimento ou não do rádio na atualidade. Uma pesquisa da Nielsen, uma empresa de dados que realiza pesquisas com o objetivo de conhecer o comportamento dos consumidores.

A Nielsen realizou a pesquisa nos Estados Unidos e mostrou que, mesmo com todos os serviços de música streaming que as plataformas como a do Spotify oferece, o rádio não ficou abalada. De acordo com os dados aferidos, em 2001, 96% dos consumidores ouviam o rádio, pelo menos uma vez por semana. Em 2017, ou seja, ainda bastante recente, essa porcentagem baixou apenas para 93%. Um número muito bom considerando a quantidade opções que os consumidores têm hoje em dia quando o assunto é ouvir música.

Mesmo com toda a tecnologia que temos hoje em dia, o rádio continua sendo ouvido pelas pessoas. E há dois motivos muito relevantes para isso.

O primeiro deles é que o rádio conseguiu se adaptar às novas tecnologias, lançando sites e aplicativos. Assim, as pessoas podem ouvir no smartphone, em qualquer lugar, não importa onde estejam. O segundo motivo é simples e você já deve ter pensado nele: o rádio é o principal canal para descobrir músicas novas.

Você deve ter aquela playlist favorita para praticar exercícios ou para fazer o trajeto de ida e volta para o trabalho, mas, muitas vezes, você enjoa de ouví-la mesmo em modo aleatório. Assim, o rádio é um meio de comunicação muito bom para conhecer novas músicas. Você pode optar, por exemplo, por aquela rádio que tem mais a ver com o seu estilo.

Só no Brasil, de acordo com a pesquisa do Kantar Ibope Media, mais de 90% dos brasileiros ouvem o rádio e 93% diz que prefere ouvir música por esse meio aqui no país.

Fonte: RDR – Rádios de Resultado

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